Privacidade e trilha de acesso
O que fica registrado quando alguém abre ou altera um prontuário, quem consegue ver, como anonimizar um paciente e onde os dados ficam.
O que é
A trilha de acesso anota quem abriu e quem alterou cada registro da clínica, e quando. Ela serve para a clínica responder, a qualquer momento, quem viu o prontuário de um paciente.
Vídeo curto sobre esta tarefa: em breve.
O que entra na trilha:
- abrir um registro individual, como a ficha do paciente, um caso, uma avaliação ou uma evolução;
- buscar um paciente pelo CPF completo;
- toda alteração: cadastros, correções, presenças, assinaturas, cancelamentos e a anonimização.
Navegar por listas, como a agenda ou a lista de pacientes, não é registrado.
A trilha não pode ser alterada nem apagada por ninguém da clínica. Só administradores e proprietários conseguem vê-la.
Como fazer
Ver a trilha da clínica toda
- Abra Configurações da clínica e depois Acessos.
- Filtre por Pessoa, por Ação, pelas datas De e Até, ou busque um paciente.
- Em cada linha, veja Quem, Quando, a Ação, o Registro e a Origem.
Abrir um registro a partir da trilha também é registrado, em seu nome.
Ver quem abriu os registros de um paciente
- Abra a ficha do paciente.
- Toque na aba Acessos.
A lista cobre tudo o que é desse paciente: a ficha, os casos, as avaliações, as sessões e as evoluções.
Anonimizar um paciente
A anonimização atende o pedido de um paciente para ser esquecido. Ela não tem volta.
- Abra a ficha do paciente.
- No menu Mais ações (⋯) do topo da tela, toque em Anonimizar paciente.
- Leia o que acontece com o cadastro.
- Toque em Anonimizar definitivamente.
O que acontece depois
Depois da anonimização:
- Sai para sempre: nome, CPF, nascimento, telefone, e-mail, unidade de preferência, as assinaturas nos comprovantes de presença e o modelo do rosto.
- Encerra o atendimento: as sessões agendadas são canceladas e os casos ativos são encerrados, como encerramento administrativo.
- Fica: os registros clínicos, sem identificação. O cadastro continua na lista de pacientes, marcado como Anonimizado, e não aceita novos registros.
Onde os dados ficam
- O banco de dados da clínica fica em São Paulo, no Brasil.
- O áudio da anamnese e da evolução ditada é guardado e transcrito em São Paulo.
- O texto enviado à IA, com CPF, telefone e e-mail trocados por rótulos, é processado nos Estados Unidos. O banco de dados da clínica não é enviado à IA.
- CPF, telefone e e-mail dos pacientes ficam guardados criptografados.
- Cada clínica só enxerga os próprios dados.
A Política de Privacidade, publicada no site do Brio, traz a lista completa de onde e por quem os dados são tratados.
Erros comuns
- "A anonimização foi recusada: este paciente está sob retenção legal. Nada foi apagado." Enquanto durar a Retenção legal até, o cadastro não pode ser anonimizado. Só quem administra a clínica pode encurtar ou remover a retenção.
- "O cadastro deste paciente não foi anonimizado — ele continua identificado. Nada foi alterado. Tente de novo."
- A aba Acessos não aparece na ficha, ou a tela diz "Esta tela é da administração da clínica": a trilha é só para administradores e proprietários.